Estou pronto para ser o CEO do Brasil
Em formato de resposta a um interlocutor que questiona seu currículo de gestão (“o senhor passou 10 anos derrubando e criticando quem governa, mas nunca assinou uma folha de pagamento relevante”), Renan Santos rebate a acusação de que não teria experiência para liderar o país.
Renan afirma que sua “vida pregressa toda passou por administrar empresas”: diz saber o que é fazer folha de pagamento e, principalmente, “pegar uma empresa fechada, quebrada, botar para andar baseado no crédito pessoal” — trabalho que afirma ter feito com “quase uma dezena de empresas”. Ele menciona ter estado no banco dos réus da justiça trabalhista por causa de um “sindicato safado que tentou estorquir” na negociação, e conecta essa experiência ao cenário que diz que o próximo presidente vai encontrar.
Como líder político, Renan afirma ter organizado “as maiores manifestações da história do Brasil”, citando o impeachment da Dilma Rousseff, e ter “ajudado a criar a linguagem política daquilo que chamam de direita no Brasil”. Ele destaca a criação do Partido Missão — algo que, segundo ele, o ex-presidente Jair Bolsonaro “tentou e falhou miseravelmente, estando no poder, botando seus filhos para tentar tocar”.
Renan argumenta que “liderar um país não é uma entrevista de emprego” e que “meu objetivo não é obter um lucro, é obter um horizonte”. Ele apresenta números do partido: folha de pagamento com “milhares de jovens parados pelo Brasil”, financiamento com doações e venda de livros — “a venda de livro foi responsável por 50% do faturamento que montou esse partido”. Cita ainda a criação da revista Valete, que diz ser “a segunda maior revista de política e cultura impressa do Brasil, depois da revista Piauí”, e um ecossistema Valet Plus com 50 mil usuários.
Temas abordados
- Partido Missão — a construção do partido com folha de pagamento, venda de livros e militância jovem
- Ambição Nacional e Soberania Tecnológica — a defesa de que liderar um país exige apontar um horizonte, não gerir lucro
Posições defendidas
- Experiência de gestão: recuperação de empresas quebradas e liderança política de um partido como comprovação de capacidade para governar
Pessoas mencionadas
- Renan Santos — defesa do próprio currículo de gestor e líder político
- Jair Bolsonaro — citado como quem “tentou e falhou” em criar um partido político
- Dilma Rousseff — citada no contexto do impeachment organizado pelo MBL
