Nós somos os escolhidos
Discurso de tom emocional e messiânico em que Renan Santos reflete sobre sua trajetória até a candidatura à presidência da República. Ele afirma ser candidato “após 12 anos de movimento político”, durante os quais diz ter feito “absolutamente tudo que eu e meus amigos acreditamos, comendo o pão que o diabo amassou, defendendo o que acreditamos”.
Renan descreve as dificuldades enfrentadas pelo movimento: “vendo nós afundar diante de todos os cancelamentos possíveis, diante de todas as destruições de reputações de todos os nossos amigos, incluindo a minha, diante do fim anunciado de todos nós, diante da derrota cantada por todos os adversários da esquerda, da direita, diante do ódio deles, diante da inveja deles”.
O discurso é construído em torno da ideia de um destino coletivo: “Não era tudo isso que eles queriam. O destino sempre foi nosso. Nós somos o grupo escolhido. Somos nós, os escolhidos. O destino quis que fôssemos escolhidos.” Renan não apresenta propostas concretas neste vídeo — trata-se de uma peça de mobilização e afirmação identitária da campanha.
Temas abordados
- Sebastianismo e Messianismo Político — a narrativa de “destino”, de grupo “escolhido” e de adversários que tentam sufocar o movimento
- Partido Missão — a trajetória de 12 anos de movimento político e a identidade do grupo
Posições defendidas
- Nenhuma proposta concreta; discurso de afirmação da candidatura e da resiliência do movimento
Pessoas mencionadas
- Renan Santos — referência à própria trajetória de 12 anos de movimento político
