Se você não é ladrão nem oportunista, vem com a gente.
Discurso de Renan Santos em tom de convocação, no qual ele afirma que o Brasil “não precisa ser refém de um debate político em 2026 construído entre um mongoloide como Flávio Bolsonaro e um cachaceiro senil como Lula”. Ele critica ambos os principais adversários e se apresenta como a alternativa que deseja discutir propostas para o país.
Renan responde à campanha de Flávio Bolsonaro que alegou que ele “não tem faculdade”. Ele afirma ter largado o curso de direito na USP e desafia o senador ao debate de ideias: “Você é todo pós-graduado, debate comigo. Ideias.” Renan diz que prometeu não chamar Flávio de ladrão e que daria dez minutos para o adversário falar de economia, bastando três minutos seus para ser suficiente — com um “handicap” para Lula por ser velho.
Ele então desafia Lula e Flávio a “discutir o Brasil”: “Se vocês querem tanto governar o Brasil, explica o que vocês vão fazer com o nosso país. A gente já sabe o que vocês fizeram. Nós vivemos o fracasso de vocês.” Renan afirma que “nada de vocês resiste à nossa força e o nosso sonho” e pede paciência aos apoiadores, prevendo que a campanha será difícil e que os adversários farão de tudo para sufocar o movimento.
O discurso tem forte tom messiânico e geracional: “Nós somos o sonho da nossa geração e o destino da nossa geração é governar o Brasil.” Renan afirma que “os maiores empresários do Brasil já entenderam que o processo tem que passar por aqui” e que o caminho da campanha “já tá sendo construído”. Encerra com o convite-título: “Se você não é ladrão, se você não é oportunista, o muro tá baixo. Vem para cá e venha construir a vitória. Vamos pra guerra juntos até o fim.”
Temas abordados
- Crítica à Direita Tradicional — ataque a Flávio Bolsonaro e à direita que “faz campanha” em vez de apresentar propostas
- Partido Missão — convocação dos apoiadores e a tese de que “os empresários já entenderam que o processo tem que passar por aqui”
- Sebastianismo e Messianismo Político — a narrativa de “destino”, “sonho da geração” e “nós somos os escolhidos”
Posições defendidas
- Desafio ao debate de ideias com Lula e Flávio Bolsonaro como alternativa ao que chama de debate político “construído” entre ambos
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — chamado de “mongoloide” e criticado por campanha que afirma que Renan não tem faculdade
- Lula — chamado de “cachaceiro senil”; Renan diz dar-lhe “handicap” por ser velho
