Eu briguei com um jacaré no Mato Grosso do Sul
Renan visita a maior fazenda produtora de carne de jacaré do mundo, no Mato Grosso do Sul, e documenta o ciclo produtivo — desde os reprodutores de 13 anos nos lagos até a coleta dos ovos, criação dos filhotes e abate após 2 anos.
Ele explica que existe uma indústria de luxo em torno do jacaré brasileiro: a pele vira bolsa vendida na Itália por €11.000, e a carne, de sabor intermediário entre frango e peixe, faz sucesso no mercado internacional. A atividade tem efeito positivo na preservação da espécie enquanto gera atividade econômica de alto rendimento.
Renan critica o governo brasileiro por sabotar a agroindústria nacional, especialmente a de alto valor agregado, em vez de celebrar iniciativas como essa. Ele defende que “essa mistura de conservação com alto valor agregado é o futuro” para o Pantanal.
Como presidente, promete uma política de promoção gastronômica que rodará o mundo, promovendo sabores brasileiros como o jacaré e marcas nacionais — uma política que conecta agroindústria, preservação ambiental e diplomacia cultural.
Temas abordados
- Agronegócio e Matopiba — agroindústria de alto valor agregado
- Ambientalismo e Produtores Rurais — conservação combinada com produção econômica
Posições relacionadas
- Gastrodiplomacia e Promoção Internacional da Culinária Brasileira — promoção gastronômica como política de estado
