Renan Santos desafia publicamente o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro a defenderem a agricultura brasileira após os Estados Unidos fazerem acusações contra o agro nacional. O secretário de Comércio americano acusou o agro brasileiro de praticar concorrência desleal e desmatamento excessivo; depois, representantes americanos afirmaram que o setor utiliza trabalho forçado.

Renan critica o silêncio de Lula, que não veio em defesa “do setor que mais exporta no Brasil.” Ele argumenta que o governo americano usa o mesmo discurso das ONGs estrangeiras — de que o agro brasileiro é devastador e explora pessoas — e que o silêncio do governo brasileiro endossa essas acusações.

O desafio a Lula: vir a público defender a agricultura brasileira, afirmar que o agro é sério, certificado e não pratica o que acusam. Renan observa que “quem devasta e desmata não faz parte do agro que exporta.”

O desafio a Flávio Bolsonaro: defender o setor agrário “em detrimento do Trump”, já que a família Bolsonaro sempre foi apoiada pela agricultura. Renan questiona se Flávio vai “largar o saco do Donald Trump” e defender o agro brasileiro, ou se vai imitar o irmão Eduardo que “fica puxando o saco do Trump nos Estados Unidos.”

Renan afirma que, em seu governo: faria uma defesa formal da agricultura, expulsaria ONGs norte-americanas e europeias que “vêm aqui no Brasil sabotar a nossa agricultura com essas falsas narrativas” e avisaria Trump: “se quiser taxar a gente, não vai ter acesso à terra rara e vai ficar na mão da China.”

Temas

Pessoas mencionadas

  • Lula — desafiado a defender o agro brasileiro
  • Flávio Bolsonaro — desafiado a defender o agro em vez de Trump
  • Donald Trump — presidente dos EUA que taxou o agro brasileiro (não tem página própria)
  • Eduardo Bolsonaro — mencionado como exemplo de quem “puxa saco do Trump”