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Vídeo: YouTube — Canal Renan Santos (short), 1 de junho de 2026.
Resumo
Renan Santos usa o vídeo para demonstrar ao eleitor conservador e bolsonarista que a crise do Rio de Janeiro — tomado pelo crime organizado (Comando Vermelho, milícias, bicheiros), com judiciário e políticos corruptos — não é produto apenas do PT, mas tem participação direta de aliados de Flávio Bolsonaro.
O argumento começa pela concordância: Renan afirma que conservadores, cristãos e bolsonaristas estão “na mesma página” sobre o diagnóstico — o Rio é insustentável, dominado por facções que financiam e protegem políticos. O Lula e o PT, com figuras como André Ceciliano (apontado como tendo “comandado a ALERJ durante os maiores escândalos de rachadinha da história”), são parte evidente do problema.
Em seguida, Renan acrescenta a acusação central: os últimos vários anos do Rio de Janeiro foram governados por Cláudio Castro (PL), colocado no poder com apoio de Flávio Bolsonaro e de Rodrigo Bacelar, que presidia a ALERJ. Bacelar, diz Renan, foi preso pela Polícia Federal acusado de ser “chefe do núcleo político do Comando Vermelho no estado.” O deputado influencer TH Joias, também associado ao CV, teria sido avisado por Bacelar sobre uma operação policial. No celular de Cláudio Castro, encontrado durante busca e apreensão, constavam ligações sucessivas tanto para Bacelar quanto para Flávio Bolsonaro.
Renan acrescenta que Gutenberg da Fonseca — “melhor amigo do Flávio Bolsonaro e articulador político dele no Rio de Janeiro” — tornou-se secretário de defesa do consumidor do governo Cláudio Castro. No celular de TH Joias, havia registros de uma reunião sendo marcada entre ele, Gutenberg e um integrante do Comando Vermelho chamado “Índio do Lixão.” Flávio Bolsonaro, segundo Renan, endossava publicamente a candidatura de Bacelar ao governo do Rio — e há vídeo e fotos deles três (TH Joias, Bacelar e Flávio) almoçando como “grandes amigos.”
A conclusão de Renan é dirigida diretamente ao eleitor conservador: “Você não precisa ser tão sujo quanto o PT para derrotar o PT.” Apresenta-se como uma “alternativa de direita, séria e sem rabo preso com vagabundo.”
Temas
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — apontado como apoiador de Bacelar e Cláudio Castro; amigo próximo de Gutenberg da Fonseca; fotografado com TH Joias e Bacelar; seu celular com ligações ao Bacelar encontrado em operação.
- Rodrigo Bacelar — ex-presidente da ALERJ, apoiado por Flávio Bolsonaro para governador; preso pela PF acusado de ser chefe do núcleo político do CV no estado.
- Cláudio Castro — ex-governador do RJ pelo PL; durante seu governo o CV dobrou de tamanho no estado; celular com ligações para Bacelar e Flávio Bolsonaro encontrado em busca e apreensão.
- TH Joias — deputado influencer ligado ao Comando Vermelho; avisado por Bacelar sobre operação policial; organizava reunião entre Gutenberg da Fonseca e membro do CV.
- André Ceciliano — apontado como tendo “comandado a ALERJ durante os maiores escândalos de rachadinha da história.”
- Gutenberg da Fonseca — descrito como “melhor amigo do Flávio Bolsonaro” e seu articulador no RJ; tornou-se secretário de Cláudio Castro; aparece em registros de contato com o CV.
Posições defendidas
- Crítica à Direita Tradicional — Renan pede ao eleitor conservador que rejeite Flávio Bolsonaro por suas ligações ao crime, apresentando-se como alternativa de direita limpa.
- Segurança Pública — contexto sobre a crise estrutural do Rio de Janeiro sob governos que se diziam de direita.
