Renan Santos defende um conjunto de propostas para os trabalhadores de aplicativo (entregadores e motoristas), com foco em flexibilização trabalhista, concorrência entre plataformas e combate ao lobby empresarial.

Trabalho flexível e associações setoriais (julho de 2026)

Em 23 de julho de 2026, respondendo a um entregador de aplicativo, Renan defende uma alteração na legislação trabalhista brasileira para permitir o trabalho flexível em plataformas digitais. Ele afirma não ser contra a sindicalização e apoia que os trabalhadores se organizem em associações setoriais para negociar coletivamente as taxas recebidas por quilômetro rodado.

Renan alerta que é preciso ter cuidado com as propostas do governo federal, pois Uber e iFood estariam se aproximando do governo para criar um sindicato controlado politicamente — o que beneficiaria empresas e governo mas prejudicaria os trabalhadores. Ele cita que os parentes de Fernando Haddad começaram o lobby da Uber em São Paulo.

“O que nós precisamos fazer é uma alteração na legislação trabalhista brasileira, permitindo o trabalho flexível.”

Ver 2026-07-23 - Propostas para entregadores.

Concorrência entre plataformas (julho de 2026)

Renan critica o monopólio das empresas de aplicativo, comparando-as aos bancos brasileiros: quando não há concorrência, as empresas cobram as tarifas que quiserem e “arrocham” os trabalhadores. Ele defende um sistema concorrencial onde os trabalhadores tenham opções reais de plataforma para trabalhar.

“A gente quer um sistema concorrencial, um sistema concorrencial que não seja a empresa A, B ou C que mande e que vocês tenham opções de trabalhar na empresa A, B ou C também.”

Ver 2026-07-23 - Propostas para entregadores.

Crítica ao lobby empresarial-governamental (julho de 2026)

Renan denuncia que as mudanças na legislação trabalhista no Brasil são definidas por “grandes acordos” entre grupos empresariais e o governo — o que ele chama de lobby. Ele afirma que precisa ser presidente da República para alterar a legislação na direção correta, pois “para eu alterar a legislação trabalhista não vai ser o Kim sozinho, preciso de um presidente da República”.

Ver 2026-07-23 - Propostas para entregadores.

Fontes