Planejamento Familiar e Educação Sexual nas Escolas

A lenda do boto como alerta (junho de 2026)

Em 28 de junho de 2026, Renan usa a lenda folclórica do boto da Amazônia como gancho para reforçar a urgência do planejamento familiar na região Norte. Diante de uma adolescente de 16 anos grávida de um homem de 28 (“acabou acontecendo”), ele afirma que o tema não pode ser tratado como “engraçado ou folclórico” e reitera os três pilares já defendidos na visita à cidade com pior IDH: política de Estado de planejamento familiar, envolvimento de igrejas, e educação sexual nas escolas.

Ver 2026-06-28 - Você conhece a lenda do boto.

Renan Santos defende o planejamento familiar como política de Estado, com envolvimento ativo de igrejas e comunidades religiosas, combinado com educação sexual e psicológica obrigatória nas escolas das regiões mais pobres. A posição emerge do diagnóstico de que a gravidez na adolescência e a desestruturação familiar são as causas raiz da perpetuação da pobreza e da criminalidade.

Retrato do ciclo: Dona Benedita e a filha de 16 anos (junho de 2026)

Em 23 de junho de 2026, Renan aprofunda o diagnóstico com a história de Dona Benedita, em Melgaço (PA). Aos 46 anos, ela tem oito filhos e cinco netos — duas filhas já são mães, uma de 18 e outra de 16 anos, grávida de um homem de 28. A adolescente não estuda, não trabalha, e quando questionada sobre voltar a estudar, responde com indiferença: “Também, né? Também pode ser assim.”

Renan observa que o marido de Dona Benedita está bêbado às 4 da tarde, e descreve a cena como o “mundo que o PT fomenta” — uma comunidade onde as pessoas não têm “nenhuma perspectiva de futuro” e “nenhum controle sobre suas próprias vidas.” O vídeo serve como contraponto factual à propaganda do governo sobre os programas sociais.

Ver 2026-06-23 - O que é o mundo por trás da propaganda do PT.

Visita à cidade com pior IDH (junho de 2026)

Em 21 de junho de 2026, visitando a cidade com pior IDH do Brasil (região Norte), Renan documenta o ciclo: meninas engravidando na adolescência (a partir dos 15 anos) de homens mais velhos (28 anos), ausência de relacionamentos estáveis, crianças sem figura paterna. Sua conclusão é direta: “Nós precisamos desesperadamente de planejamento familiar.”

Renan propõe três frentes:

  1. Política de Estado de planejamento familiar — uma política coordenada e prioritária, não ações isoladas
  2. Envolvimento de igrejas e comunidades religiosas — como agentes na formação de famílias estruturadas com presença paterna
  3. Educação sexual e acompanhamento psicológico nas escolas — para prevenir gravidez na adolescência e romper o ciclo de pobreza

Evidências citadas

Renan fundamenta a proposta com:

  • Estudo da FGV (2007) — correlação entre ausência paterna e criminalidade juvenil, mais forte que pobreza ou desigualdade
  • Estudos dos EUA — crianças sem figura paterna têm pior desempenho escolar

Ver 2026-06-21 - Visitei a cidade com pior IDH do país e vou contar uma coisa pra vocês.

Relação com outras posições

Fontes