Ricardo Lewandowski
Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, nomeado ministro da Justiça no governo Lula. Renan Santos o menciona sistematicamente no contexto do Escândalo Banco Master, acusando-o de ter recebido contratos de consultoria do banco enquanto atuava como ministro — o que, segundo Renan, torna impossível qualquer investigação isenta do caso pela Polícia Federal, subordinada ao seu ministério.
Nota: esta página reúne apenas afirmações feitas por Renan Santos em seus vídeos. As acusações são reprodução das declarações dele e não foram verificadas de forma independente por este wiki.
O que Renan diz
Contrato com o Banco Master: valores divergentes nas fontes
Renan menciona o contrato de Lewandowski com o Banco Master em múltiplos vídeos, com valores que variam entre as fontes:
- Em fevereiro de 2026: “contrato de R$ 5 milhões” — diz que, quando pressionado, Lewandowski afirmou que o contrato permaneceria com a própria família. (2026-02-04 - LULA ESTÁ EVITANDO FALAR DO ESCÂNDALO DO BANCO MASTER)
- Em fevereiro de 2026: destaca o conflito de interesses sem especificar valor, classificando como “relações estranhas” de figuras ligadas ao governo com o banco. (2026-02-09 - ELES PERDERAM A CHANCE DE OURO)
- Em fevereiro de 2026: “contrato de consultoria de R$ 250 mil por mês” com o Banco Master. (2026-02-24 - O EPSTEIN BRASILEIRO NÃO VAI SER PUNIDO)
- Em março de 2026: “R$ 250 mil por mês com advogados ligados ao ministro Lewandowski”. (2026-03-06 - O LULA ME RESPONDE UMA COISA)
- Em abril de 2026: “escritório teria recebido R$ 6,1 milhões”. (2026-04-10 - Direita, centro e esquerda no Banco Master)
- Em maio de 2026: “ministro da Justiça Lewandowski assinou contratos de consultoria com o Master já em 2023”. (2026-05-22 - Quem está mais envolvido no escândalo do Banco Master - Lula ou Bolsonaro)
Conflito de interesses na investigação
O argumento central de Renan: Lewandowski, como ministro da Justiça, controla a Polícia Federal — o órgão responsável por investigar o Banco Master. Ter recebido contratos do banco tornaria “impossível esperar isenção numa investigação nessas condições.”
(De fevereiro de 2026) “Você acha normal você ter recebido o dinheiro deles?” — pergunta retórica dirigida a Lewandowski.
Ver 2026-02-24 - O EPSTEIN BRASILEIRO NÃO VAI SER PUNIDO e 2025-12-10 - COMO VAI SER O MEU DEBATE COM O LULA.
Lewandowski como prova da cumplicidade do PT
Renan usa o caso de Lewandowski como um dos motivos pelos quais o PT não assina a CPI do Banco Master e Lula evita comentar o escândalo publicamente. O ministro da Justiça com contrato no banco investigado é apresentado como evidência da contaminação do governo:
“Os dois maiores projetos políticos do Brasil ligam para eles próprios e nunca pro Brasil.”
Ver 2026-02-09 - ELES PERDERAM A CHANCE DE OURO.
Ausência de resposta à crise do Rio (outubro de 2025)
Numa referência anterior ao escândalo do Banco Master, Renan cita Lewandowski — como ministro da Justiça — ao lado da ministra Anielle Franco como membros do governo que não apresentaram resposta à crise de segurança no Rio de Janeiro enquanto Lula estava em viagem internacional.
Ver 2025-10-29 - O Rio de Janeiro precisa urgente de uma guerra.
Eventos e temas relacionados
Fontes
- 2026-05-22 - Quem está mais envolvido no escândalo do Banco Master - Lula ou Bolsonaro — contrato datado de 2023
- 2026-05-16 - O PT está serelepe achando que ninguém vai lembrar do papel deles no escândalo com Daniel Vorcaro — papel do PT e de Lewandowski no escândalo
- 2026-04-10 - Direita, centro e esquerda no Banco Master — valor de R$ 6,1 milhões ao escritório
- 2026-03-06 - O LULA ME RESPONDE UMA COISA — R$ 250 mil/mês; contexto dos contratos com o banco
- 2026-02-24 - O EPSTEIN BRASILEIRO NÃO VAI SER PUNIDO — conflito de interesses na investigação pela PF
- 2026-02-09 - ELES PERDERAM A CHANCE DE OURO — silêncio bipartidário explicado pelos ranchos sujos
- 2026-02-04 - LULA ESTÁ EVITANDO FALAR DO ESCÂNDALO DO BANCO MASTER — contrato de R$ 5 milhões; silêncio de Lula
- 2025-10-29 - O Rio de Janeiro precisa urgente de uma guerra — ausência de resposta à crise do Rio
