Cara…. Que inferno…
Em 4 de setembro de 2026, Renan Santos ironiza o fato de o Ministério Público Eleitoral ter “vindo para cima” dele sob a acusação de abuso de poder econômico — “é isso que vocês estão ouvindo”, diz, antes de classificar a argumentação como “uma das mais ridículas”, já que a sua seria “de longe a campanha mais barata” entre os candidatos a presidente.
Ele relembra que, depois de Dias Toffoli tentar “encerrar” sua candidatura com o argumento de que não declarou as redes sociais — episódio em que diz ter perdido dois dias de campanha, embora “quase 7.000 candidatos” tenham tido problema similar —, agora ele estaria sendo interpelado pelo MP Eleitoral por abuso de poder econômico. Em tom de ironia, afirma que estaria “tendo vantagens”: “eu não tenho dinheiro para nada, minha campanha é super barata. Faço tudo de maneira altruísta com as pessoas. Rodo de carro, os caras de jatinho para lá e para cá, os caras com tempo de televisão, propaganda diária, com um influenciador comprado. Eu tô abusando do poder econômico.”
Renan diz que “o sistema é feito para te moer, para te humilhar” e descreve a estrutura enxuta de sua campanha: os candidatos do Partido Missão com “santinho” e campanhas de R$ 2.000, R$ 5.000 e R$ 3.000, enquanto ele próprio rodaria de carro pelo país. “Vem me falar que a gente tá usando poder econômico”, provoca, dizendo que pagaria “uma multa com dinheiro que nem tem”.
No fechamento, Renan convoca o enfrentamento: “vamos para cima deles, vamos para cima de todo mundo. O jogo é para ser bruto, é para ser duro.” Diz que, se fosse fácil, estaria “puxando o saco dos que estão no poder” ou “no esquema do Vorcaro” — “tava igual o Flávio vagabundo que recebe dinheiro desse cara, tava igual todos eles, Lula, essa gentalha maldita”. Encerra afirmando que odeia “esse jogo” e essa gente, mas que “dá para construir um Brasil bem melhor”.
Temas abordados
- STF e Ativismo Judicial — atuação do TSE/MP Eleitoral contra a campanha de Renan
- Partido Missão — campanha barata e candidatos com poucos recursos
- Escândalo Banco Master — referência ao “esquema do Vorcaro” e a Flávio/Lula
Pessoas mencionadas
- Dias Toffoli — tentativa de encerrar a candidatura pelo argumento das redes sociais
- Flávio Bolsonaro — “vagabundo que recebe dinheiro” de Vorcaro (contraponto irônico)
- Lula — incluído na ironia sobre quem estaria no “esquema”
- Daniel Vorcaro — “esquema” que Renan diz não integrar
