Pô, a Argentina
Em 31 de agosto de 2026, Renan Santos retoma a defesa do programa nuclear brasileiro. Em discussão com a jornalista Renata e com César Trali sobre bomba atômica, ele afirma que “qualquer nação que tem grandeza precisa ter bomba atômica”. Ao ser questionado por outra jornalista sobre uma possível corrida armamentista com a Argentina, Renan responde com deboche: “se o nosso problema é corrida armamentista com a Argentina, cara, acabou, acabou. Entrega assim pros índios mesmo, porque a gente não tem nada”. Ele classifica a Argentina atual como um país que “não é nada hoje militar” — “é piada” — e diz que não haverá corrida armamentista com o país.
Renan argumenta que, quando o Brasil começar a construir a bomba, “a Argentina vai querer que a gente construa, porque a gente vai se tornar um polo de poder”. Para ele, o Brasil — e a América Latina de forma mais ampla — precisa de força para ser um polo de poder regional capaz de “negociar com os grandes blocos globais”: “esse é o papel nosso”. Ele critica “os indignados com a chance do Brasil ser forte”: “vai que o Brasil fica forte demais… Aí é complicado, né? Vai que a gente fica muito forte, vamos ficar mais fraquinho. As preocupações e elas assustam.”
Temas abordados
- Programa Nuclear Brasileiro — “qualquer nação que tem grandeza precisa ter bomba atômica”; resposta à Argentina
- Política Externa e Geopolítica — América Latina como polo de poder regional para negociar com os grandes blocos
Posições defendidas
- Defesa da bomba atômica como instrumento de grandeza e soberania nacional
Pessoas mencionadas
- Renata — jornalista que participava da discussão sobre bomba atômica
- César Trali — citado como participante da discussão
