Sobre a proposta de tirar a candidatura
Em 30 de agosto de 2026, Renan Santos responde a quem lhe sugeriu desistir da candidatura presidencial — “desiste, Renan, já veio até aqui, agora foca em eleger os deputados do seu partido”. Ele relembra as previsões de que sua campanha “não ia dar em nada” quando começasse o horário eleitoral, de que Flávio Bolsonaro (com “um monte de diploma”) e Lula (“muito experiente”) “iam aparecer” na sabatina, e de que “o dinheiro ia fazer toda a diferença”.
Renan contraria as previsões afirmando que foi “o vencedor da semana”: o melhor na Sabatina do Jornal Nacional, no debate da Band e na Sabatina da Globo/GloboNews. Ele diz que está indo “melhor nas aparições públicas”, que fala verdade, que seus eventos estão sempre cheios e que faz tudo “sem precisar dinheiro sujo”. Questionado se desistiria “por causa da grana”, responde que não: “nós vamos continuar essa guerra até o fim”.
Renan afirma que a campanha está em terceiro lugar e subindo — “o Brasil tá descobrindo a gente só agora” — e ataca os adversários: “eles são burros, eles são idiotas, eles são bandidos, eles vão diante de um jornalista, eles vão num debate, não sabem o que falar”. Ele também relata estar sendo alvo de “jornalista canária” e de jovens enviados para atacá-lo em seus próprios eventos, e convoca os seguidores a compartilhar o vídeo.
Temas abordados
- Partido Missão — resistência da candidatura diante das previsões de fracasso
Posições defendidas
- Campanha baseada na verdade e na capacidade de comunicação, sem dinheiro público
Pessoas mencionadas
- Flávio Bolsonaro — citado como adversário que, apesar dos “diplomas”, não se saiu bem
- Lula — citado como adversário “muito experiente” que não apareceu como previsto
- Augusto Curi — citado como “o tal do Curi”, com “seus diplomas” de “grande professor”
