Eles toparam debate!

Em 27 de agosto de 2026, Renan Santos anuncia que Lula e Flávio Bolsonaro “toparam” ir ao Jornal Nacional: ele mesmo foi na véspera e “respondeu todas as perguntas”; naquele dia iria o Lula e na sexta-feira iria o Flávio. Renan diz que o Brasil “vai comparar quem é quem” e lista as cobranças que faria a cada um.

Para Lula, pergunta se vai “falar do filho”, “do INSS”, “da picanha que não chegou”, “do Banco Master” e dos “ministros envolvidos no escândalo”. Para “Flavinho”, cobra o dinheiro do filme Dark Horse, “a rachadinha”, “as relações estranhas com o Willer Tomás” e o “escritório de advocacia que recebeu o dinheiro da turma do Master”.

Renan convida ambos ao próximo debate do SBT: “Eu quero debater com vocês, não se assustem.” Como alternativa, propõe “fazer um outro debate antes” em “qualquer veículo de imprensa, em qualquer lugar” — “fechar um auditório”, “fechar um estádio de futebol médio” ou o ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, “para dezenas de milhares de pessoas”, com “uma mesa no meio: eu, você e Lula”. Encerra: “Bora, Flavinho. Bora, Lula. Aguardo vocês. Não fujam.” e marca a própria disponibilidade de responder “pergunta fácil, difícil”, desafiando-os a defender “o programa de vocês” e “a própria história”.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Transparência e prestação de contas dos adversários nos debates e na imprensa

Pessoas mencionadas

  • Lula — desafiado a responder sobre o filho, o INSS, a picanha e o Banco Master
  • Flávio Bolsonaro — desafiado a explicar o Dark Horse, a rachadinha e as relações com Willer Tomás
  • Willer Tomás — citado entre as cobranças a Flávio

Fonte