Record está dando espaço ao Lula
Em vídeo publicado em 24 de agosto de 2026, Renan Santos critica a Record por dar espaço a Lula — que estava na emissora naquele momento. Ele afirma que a Record “tá se comportando como moleque” e “se entregando ao Lula agora” porque, segundo ele, a emissora “aparentemente tá envolvida no escândalo de corrupção com alguns dos seus donos no escândalo Digima”.
Renan reclama que, em vez de “contribuir com a democracia”, a Record chamou “aquele bêbado safado” para “ir lá ficar fazendo monólogo”. Ele desafia a emissora a fazer perguntas duras ao presidente: se vai perguntar se o filho dele, Lulinha, roubou ou não o nosso dinheiro no INSS, e se o governo dele é “ou não é um lugar em que a turma do Banco Master se esconde e se escora, porque o escândalo do Banco Master surgiu no governo dele”.
Renan diz que a Record precisa “perguntar as coisas, senão vão começar a desconfiar de Record” e pergunta se a emissora quer chamá-lo para sabatinas. Ele afirma que a Record ajudou “esse outro cagão” (referência a Jair Bolsonaro) a se esconder por muito tempo, e conclui cobrando: “Rede Record se comporte como um lugar amigo da democracia e não como puxa-saco de ladrão.”
Temas abordados
- Mídia e Imprensa — crítica à Record por dar espaço ao Lula e não fazer perguntas duras
Posições defendidas
- Renan cobra tratamento isonômico da imprensa: sabatinas e perguntas duras também para Lula, inclusive sobre escândalos (INSS e Banco Master)
Pessoas mencionadas
- Lula — chamado de “bêbado safado”; desafios sobre Lulinha/INSS e Banco Master
- Jair Bolsonaro — referido como “esse outro cagão” que a Record ajudou a se esconder
