Ninguém liga para o Lulinha.
Em vídeo de 21 de agosto de 2026, gravado em Maceió (Alagoas), Renan Santos lamenta o que chama de indiferença da população diante dos escândalos de corrupção envolvendo o filho do presidente Lula, Lulinha. Ele cita uma pessoa descrita na transcrição como “a amante do Lulinha” (nome distorcido como “Lucinger”) que teria falado em receber 100 milhões e discutido “todo tipo de propina” — e afirma estar “na cara que o filho do presidente da República tá metido em corrupção”.
Renan descreve o Nordeste como o lugar onde “uma parte da população acha tudo natural”: “Ah, o Lula rouba. Eles não ligam.” Ele diz que denuncia, levanta escândalos — mensalão, petrolão, sítio em Atibaia, triplex — e “ninguém liga”. Critica os que “ficam mandando fazer o L”, chamando a parte da população que ignora a corrupção de “zumbi”, e afirma que “60, 70% da população” do Nordeste não se importa: “Ah, o Lula roubou. Ah, eu gosto.”
Renan também aponta que o escândalo não se limita a Lulinha: o irmão do Lula estaria no mesmo esquema, e o escândalo do Banco Master não envolve apenas os Bolsonaros — “o Lula também recebeu a turma do Banco Master”. Segundo ele, “o escândalo do Banco Master começou com crédito no PT da Bahia”: integrantes do PT baiano estariam no governo de Lula, que os protege “e vai fingir que tá tudo normal”. Ele encerra lamentando que a população que mais se ferra com a corrupção “vota e apoia” os envolvidos. “Aí é fogo, aí é difícil.”
Temas abordados
- Lula — Lulinha no centro de escândalo de corrupção; indiferença do eleitorado; proteção de Lula ao PT da Bahia
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