Por que eu defendo mais escolas cívico-militares.

Em vídeo de 15 de agosto de 2026, Renan Santos explica por que defende mais escolas cívico-militares, respondendo a quem questiona por que não se investe mais na escola pública comum. Ele afirma que o problema da escola pública “normal” é um problema de autoridade. Renan relembra uma discussão na GloboNews sobre paternidade e ausência de famílias biparentais, mencionando que boa parte das crianças de famílias mais humildes — as que frequentam escolas públicas — não tem contato com o pai.

Renan descreve o ambiente de origem dessas crianças: ausência paterna, pobreza, mãe que trabalha fora, bairro pobre, favela ou aglomerado urbano de baixa qualidade, ruas sujas e uma vida “não ordenada”. Para ele, a escola deve ser um local de ordenação: o aluno chega arrumado, segue regras, faz a lição de casa, tem horário para comer e não usa celular em sala. “Quando você ordena seu ambiente, você se ordena também.”

O candidato critica o que chama de abandono da escola pelo poder público: a escola deixou de ser lugar de educação e ordenamento e passou a ser um lugar de “depositar a criança”, que passa de ano para que o governo possa “ostentar os índices”. Ele afirma que “teorias alternativas sobre gestão de crianças” foram implementadas nas escolas e que, em vez de ser o único reduto em que a criança começa a se ordenar, a escola “virou mais um ambiente de caos”.

Temas abordados

Posições defendidas

  • Propostas para Educação — escola como local de disciplina, ordem e autoridade; crítica às “teorias alternativas” e à aprovação automática para maquiar índices

Pessoas mencionadas

  • Nenhuma pessoa pública é mencionada nominalmente.

Fonte