Esquerda quer impedir meu primeiro ato de campanha.
Renan Santos anuncia que realizará seu primeiro ato de campanha no dia 16 de agosto de 2026 no Largo São Francisco, em São Paulo, no espaço chamado Parlatório — local onde ele cursou a Faculdade de Direito. Ele descreve o lugar como “muito importante” e afirma que, poucas horas após o anúncio do evento, começou a receber ameaças de morte.
Renan relata que a esquerda “toda se mobilizou” para impedir o evento: a “esquerda da USP” e a União Nacional dos Estudantes (UNE) convocaram manifestações com o objetivo de bloquear não apenas a realização do comício, mas também o acesso das pessoas ao local. Ele observa que o centro de São Paulo está degradado e que levar um comício para lá é parte de sua defesa de “recuperar os espaços urbanos” — algo que, segundo ele, a esquerda não aceita.
O candidato critica o que chama de contradição da esquerda: “É uma galera que é absolutamente autoritária enquanto fala em democracia.” Afirma que o chamam de “fascista” e que a resposta deles é tentar impedir milhares de pessoas de irem a um comício legal de lançamento de campanha.
Renan dá um recado: todas as ameaças serão encaminhadas à polícia estadual e à polícia federal; o evento vai acontecer de qualquer forma e a segurança de todos será garantida. Conclui dizendo que “vocês vão perder as eleições”, que “nós vamos tomar todos esses lugares” ao longo dos próximos meses e que vão vencer as eleições.
Temas abordados
- Partido Missão — primeiro ato de campanha presidencial
- Primeiro Ato de Campanha e Ameaças — Agosto de 2026 — ameaças de morte e mobilização da esquerda para tentar impedir o evento
- Desfavelização do Brasil — defesa da recuperação dos espaços urbanos degradados
Posições defendidas
- Ameaças de morte contra candidato devem ser reportadas à polícia estadual e federal
- Recuperação dos espaços urbanos degradados como pauta de campanha
- Direito de realizar eventos políticos sem intimidação da esquerda
Pessoas mencionadas
Nenhuma pessoa específica mencionada. Instituições citadas: União Nacional dos Estudantes (UNE) e a “esquerda da USP”.
