Eles estão com medo de vir pro debate.
Renan Santos critica Flávio Bolsonaro e Lula, os dois primeiros colocados nas pesquisas, por não comparecerem ou deixarem em suspenso a participação nos debates eleitorais. Ele afirma que ambos “acham que democracia só é bom quando eles ganham ou quando eles levam vantagem”.
Renan argumenta que o PT nunca reconheceu de verdade a vitória de nenhum adversário, sempre tratando quem assume o poder como alguém que “tem que tomar um impeachment na hora”. Já o bolsonarista, quando perde, “reclama da urna”; quando ganha, não reclama. Ele classifica os dois como “casuístas” que “não gostam de democracia e não têm ideias a oferecer”.
Ele questiona o que cada um apresentaria em um debate: Lula ofereceria “mais um pé de meia” ou “mais um vale gás”, e Flávio teria de explicar como financiaria a promessa de dar mais de 100 milhões de celulares a mulheres e idosos — algo que custaria mais de 150 bilhões de reais por ano. Segundo Renan, Flávio “só consegue falar isso sozinho numa câmara” e não tem coragem de defender a proposta em público.
Renan continua desafiando ambos e diz à imprensa que “não pergunta coisas difíceis, pergunta coisas fáceis — só projeto de governo”. Pede que vão ao debate para “prestigiar as pessoas que ficam brigando nas redes sociais em nome deles”. Ele resume a disputa: de um lado “um senhor senil com grande histórico de corrupção” (Lula); do outro, “um cara com QI baixíssimo, com histórico de corrupção recente, envolvimento com a turma da banda podre da política carioca, ligada ao Comando Vermelho”.
Temas abordados
- Crítica à Direita Tradicional — Lula e Flávio como “casuístas” que fogem dos debates e não têm projeto de governo
- Partido Missão — o desafio contínuo ao debate e a proposta de confronto de ideias
Posições defendidas
- Defesa do confronto de ideias nos debates eleitorais como teste de projeto de governo
- Crítica ao assistencialismo eleitoral de Lula (vale-gás) e de Flávio Bolsonaro (celular)
Pessoas mencionadas
- Lula — descrito como “senhor senil com grande histórico de corrupção”; PT nunca reconheceu derrota
- Flávio Bolsonaro — descrito como de “QI baixíssimo”, com histórico de corrupção recente e ligado à política carioca ligada ao Comando Vermelho; promessa de celulares vista como irreal
