Tabata Amaral vai prender o seu filho
Resumo
Renan Santos critica a deputada Tabata Amaral por sua defesa do PL da Misoginia. O gancho do vídeo é um tweet de Tabata sobre “misoginia online” que, segundo ela, “não mira só as mulheres, mira também os nossos meninos” — citando termos como “betinha”, “sigma” e “alfa” usados por crianças e adolescentes como exemplos de discurso misógino.
Renan argumenta que o PL da Misoginia é “muito vago” — qualquer coisa pode ser enquadrada como misógina, permitindo que juízes interpretem de acordo com a pessoa julgada. Ele defende que termos como “alfa” e “beta” são expressões normais de hierarquia entre meninos, vindas da biologia (macho alfa como líder de bando), e que “fazer piada sobre isso também faz parte”.
“Querer regular uma palavra besta que crianças usam é loucura. O termo beta, o termo alfa vem adaptado do universo dos animais, da biologia.”
Renan contrasta a preocupação de Tabata com termos de internet com a ausência de posicionamento dela sobre o aumento do crime e violência contra mulheres — e relembra seu vídeo anterior sobre “caçar e matar membros do tráfico que torturam mulheres”. Ele critica o que chama de “tarada ideológica” e conclui que o PL da Misoginia é “um convite para a loucura” e perseguição a jovens.
Temas abordados
- Pautas Identitárias e de Gênero — PL da Misoginia e o risco de criminalização de expressões comuns entre jovens
- Criminalização da Incitação pelo Discurso de Ódio Político — leis vagas que permitem interpretação subjetiva e perseguição
Pessoas mencionadas
- Tabata Amaral — Renan a critica por defender o PL da Misoginia e querer regular termos usados por crianças, enquanto ignora crimes reais contra mulheres
Posições defendidas
- Contra o PL da Misoginia — lei vaga que cria “espaços cinzentos para arbitrariedades”; Renan defende que termos como “alfa” e “beta” não devem ser criminalizados
