Resumo

Renan Santos mostra uma máquina agrícola automatizada utilizada no Japão para plantio de hortaliças (cebolinha) e argumenta que o pequeno agricultor brasileiro está quebrando por três razões: endividamento, alterações nas leis trabalhistas e custo da mão de obra. A máquina japonesa custa cerca de 4.000 ienes (~R$ 4.000) no mercado de origem, mas chega ao Brasil a dezenas de milhares de reais devido aos impostos de importação e à falta de financiamento para o pequeno produtor.

Ele apresenta o caso de Saito, um nipo-brasileiro que se tornou o maior produtor de cebolinha do Japão — mercado com maior consumo per capita do mundo — utilizando justamente essas máquinas. No Brasil, com a carga tributária atual, Saito não conseguiria replicar o mesmo modelo.

Renan critica o governo Lula por sabotar o pequeno agricultor em vez de ajudá-lo e traça um paralelo com a Embrapa: a última vez que brasileiros e japoneses trabalharam juntos na agricultura foi para resolver o problema do solo do Cerrado. Ele propõe uma nova revolução no cinturão verde (hortifrúti), gerando milhares de empregos.

Proposta apresentada

“Eu vou tirar os impostos de todas as máquinas agrícolas ou não, que aumentem a produtividade do trabalhador brasileiro. Isso é uma meta que eu já vou colocar no primeiro ano da minha gestão.”

Renan se compromete a eliminar a tributação sobre toda máquina que aumente a produtividade do trabalhador brasileiro, independentemente de ser agrícola ou não, e promete implementar a medida no primeiro ano de mandato.

Temas

Posições

  • Reforma Fiscal — desoneração de máquinas que aumentam produtividade

Pessoas mencionadas

  • Saito — nipo-brasileiro, maior produtor de cebolinha do Japão. Mencionado como exemplo do potencial do agricultor brasileiro quando tem acesso a tecnologia e mercado.